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:: SECRETARIAS E ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL::
Programa DST/Aids - Apresentação O
que é? O Programa hoje é desenvolvido na perspectiva três vertentes, um setor de Centro de Aconselhamento visando a Orientação para DSTs e testagem anti-HIV - COAS/CTA ; e ainda dois Laboratórios um de diagnóstico de HIV , sífilis e Hepatites virais e outro de monitoramento de pessoas portadoras do HIV; e um Serviço de Assistência Especializada aos portadores do HIV, doentes de Aids e seus familiares SAE . A implantação oficial do Programa DST/AIDS ocorreu em 21/12/1995.
Diagnóstico Em 2001, a Coordenação Nacional DST e Aids, propôs a mudança de nome dos 197 COAS existentes no Brasil para CENTRO DE TESTAGEM E ACONSELHAMENTO - CTA, considerado mais consoantes com as atividades desempenhadas. O serviço tem como princípios organizacionais à acessibilidade; a gratuidade; agilidade; a resolutividade; confidencialidade e anonimato. Atualmente o Programa DST/Aids realiza a sorologia anti-HIV e VDRL (sífilis) e hepatites virais , conforme o fluxograma recomendado pelo Ministério da Saúde, através do Laboratório Central do SUS/JF. Realiza também a contagem de CD4/CD8 e carga viral dos pacientes soropositivos (exames realizados no laboratório Macroregional DST/Aids do Programa, que é referência para Zona da Mata e Região). Há ainda os diversos sistemas de informação do Programa, relativos à situação de Aids em nossa cidade, possibilitando um estudo epidemiológico quantitativo e qualitativo, bem como planejamento das ações a serem desenvolvidas, e também a disponibilização dos dados da AIDS para a imprensa, meios acadêmicos e científicos. Hoje, com o apoio do serviço de assessoria de imprensa da Prefeitura de Juiz de Fora, os técnicos do Programa Municipal investiram na elaboração do site no da Prefeitura - Seção de informação em Saúde, a fim de possibilitar o acompanhamento das ações e serviços dispensados a todos os interessados em FICAR SABENDO e assim estender as possíveis parcerias com o PROGRAMA MUNICIPAL DST e Aids de Juiz de Fora. Serviços 1
- Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) Trabalha-se com uma equipe de 5 aconselhadores, entre psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros. O
trabalho de aconselhamento é realizado em três etapas:
Assim, o CTA atende a demanda espontânea, para orientações sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis, HIV e Aids e oferece o diagnóstico sorológico de HIV e sífilis, hepatite virais, além de oferecer preservativos para todos os clientes que passam pela palestra coletiva. Buscamos oferecer nossas ações para populações vulneráveis como adolescentes, mulheres, profissionais do sexo, usuários de drogas injetáveis, homossexuais e população carcerária em parceria com organizações não governamentais que realizam projetos financiados pelo Ministério da Saúde. São
oferecidos cursos de aconselhamento para profissionais de saúde
(médicos, assistentes sociais, enfermeiros) e formados multiplicadores
para trabalhar na comunidade: agentes de saúde, conselheiros
locais, grupos jovens. Os usuários do COAS são referenciados para o Serviço de Atenção Especializada (SAE), quando soropositivos; Departamento das Clínicas Especializadas, Departamento da Mulher, Departamento da Criança e Adolescente e Departamento de Saúde Mental, Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, Grupo Casa, Numpaids, dentre outros. O trabalho tem também uma abrangência na comunidade, pois desempenha atividades extramuros, como por exemplo, a participação constante nos mutirões da saúde. O CTA participa ainda de eventos como Carnaval, Dia Internacional da Mulher, Dia dos Namorados, Rainbow Fest, Miss Gay, Dia Mundial de Luta contra a AIDS, dentre outros. Objetivos
do CTA Desenvolver trabalho educativo de prevenção nos mutirões da saúde, Sipats de empresas, escolas e outras instituições de nossa sociedade, através da realização mensal de palestras, dinâmicas de grupo, debates, distribuição de material informativo e de preservativos.
Oferecer capacitações na área das DST e Aids, para
profissionais de saúde, agentes comunitários e lideranças
comunitárias (conselheiros e ONG's). Produzir materiais educativos (vídeos, cartilhas, folders, cartazes), com textos atualizados, que possam ser oferecidos no trabalho de prevenção com os nossos parceiros. Manter o estoque de preservativo sempre em quantidade suficiente para atender demanda, pois são repassados aos usuários em número cada vez maior e atende-se instituições diversas: unidades básicas, ONGs e projetos. Disque
para CTA - 3690-7484 e 3215-7764 2
-Serviço de Assistência Especializada (SAE) Assim, foram estabelecidas diretrizes e ações de intervenção, definindo as responsabilidades dos diversos níveis da esfera governamental, junto à rede pública do Sistema Único de Saúde (SUS), buscando a implantação de serviços alternativos à assistência convencional, através de conceitos individualizados de níveis de atenção, resolubilidade diagnóstico-terapêutica, visando a obtenção da melhoria da qualidade de vida dos pacientes e racionalização de recursos humanos e financeiros. Desta forma, desenvolveu-se o conceito de Serviço de Assistência Especializada (SAE), como um ambulatório que presta assistência às pessoas portadoras do vírus HIV e pacientes com AIDS, através de uma equipe multiprofissional. Definiu-se como objetivos prioritários: oferecer assistência humanizada e de qualidade, baseada na atenção integral do paciente e sua família; reduzir a demanda por internação hospitalar e a permanência nos leitos hospitalares, diminuindo gastos, e sobretudo, garantindo mais e melhor qualidade de vida aos pacientes. A política de medicamentos pautou-se na normatização de condutas terapêuticas (consensos) e na distribuição gratuita de medicamentos anti-retrovirais, que constitui um grande marco de avanço no contexto assistencial. Atribuições Oferecer
atendimento através de equipe multiprofissional mínima
com médico infectologista, enfermeiro, psicólogo e assistente
social.Além desses, os Serviços deveriam apresentar em
seu quadro de profissionais: Entretanto, considerando os desdobramentos e conseqüências da adoção da disponibilização universal da terapia anti-retroviral; a obtenção de resultados e avaliações qualitativas de SAE realizadas pela Coordenação Nacional de DST e AIDS, aos conhecimentos gerenciais adquiridos nesse processo e ao novo enfoque de monitoramento e avaliação na condução da política de controle e prevenção das DST e AIDS no país, fez-se necessária a definição de novas práticas e/ou atividades nos SAE. Neste
sentido, novas diretrizes foram estabelecidas pelo Ministério
da Saúde, para serem ser gradativamente incorporadas pelos Serviços,
para que os SAE possam, através dessa readequação,
permanecerem, efetivamente, como Serviços de Referência,
a saber:
O SAE de Juiz de Fora
Recursos Humanos SAE
- Rua Marechal Deodoro, 496 - térreo Programa Municipal DST e AIDS e o SUS Segundo o atual Ministro da Saúde, desde a Reforma Sanitária, em curso no País, estabelecida pela sociedade na 8ª Conferência Nacional de Saúde, garantida pela Constituição de 1988; os gestores, em todos seus níveis vêm aprendendo a lidar com obrigações pré-estabelecidas com a saúde de sua população. Para dar seqüência à implementação do SUS, precisa ser aprofundada a proposta da regionalização da saúde. E isso não é atingido simplesmente municipalizando o sistema. A estratégia de regionalização deve ser clara para garantir o atendimento com universalidade, integralidade e eqüidade. O processo de regionalização somente se torna efetivo com a construção do que chamam um "pacto pela saúde" - político, pela vida, de gestão e de financiamento - entre os gestores das três esferas de governo e com a participação garantida da sociedade representada pelos diferentes níveis de Conselhos de Saúde.
Com o SUS, a proposta é transformamos o direito à saúde
de forma integral (do atendimento mais elementar ao mais complexo) em
um direito a cidadania.
A população precisa estar mobilizada para cobrar dos gestores
públicos a solução dos problemas do sistema. Somente
assim vamos avançar na consolidação do SUS. É
uma questão de mobilização social em defesa do
SUS. O programa busca seguir a uma "Receita Nacional", serviços que devem representar os anseios da população e a própria população enfrentando juntos os desafios do SUS e suas nuances para promover uma assistência INTEGRALIZANDO. E conta para isso com fortes aliados, pois realiza todas suas atividades tendo como co-parceiros representantes diretos da população que vive e convive com a pessoa soropositiva para HIV: As ONG ou OSC- Associação da Sociedade Civil Organizada. Só
assim podemos sentir partícipes de conquistas de resultados Nacionais: O Programa Municipal DST e Aids agradece e se fortalece nas pessoas as quais assiste. E através deste site possibilita a todos interessados em acompanhar as ações e serviços deste programa e seus parceiros. Patrícia
Moura da Silva Guercio Relação de Parceiros e Representantes de nossa Sociedade Civil ·
Associação Casa Viva ·
Profissionais do Sexo ·
Grupo CASA - Centro de Apoio e Solidarid'aids ·
GEDAE- Grupo Espírita de Assistência a Enfermos ·
NUMPAIDS- Núcleo Multiprofissional de Prevenção
a Aids ·
CAIA (Centro de Aconselhamento à Infância e a Adolescência)
·
Projeto Redução de Danos ·
MGM - Movimento Gay de Minas ·
ADCA (Associação em Defesa da Criança e do Adolescente) ·
Hospital Universitário de Juiz de Fora ·
Hospital Dr. João Penido - FHIEMIG
· Diretoria de Política Social ·
Departamento de Saúde da Mulher
Programa Municipal DST / Aids Departamento
de Epidemiologia DRS
_ Diretoria Regional de Saúde de Juiz de Fora Hemominas
Conselho
Municipal de Saúde
Laboratório de Biologia Molecular SAE
- Serviço de Assistência Especializada NATES
- Núcleo de Assessoramento e Treinamento e Estudos em Saúde
Departamento
de Saúde - Criança e Adolescente Secretaria
de Educação Instituto
da Mulher
Hospital Geral do Exército DRS-
Diretoria Regional de Saúde de Juiz de Fora Regulação |
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Secretaria
de Saúde, Saneamento e Desenvolvimento Ambiental |